O caso Fabiane Maria de Jesus refere-se ao linchamento de uma dona de casa de 33 anos, ocorrido em Guarujá, São Paulo, em 3 de maio de 2014. Fabiane foi brutalmente agredida e morta por moradores locais, que a acusaram, falsamente, de sequestrar crianças para rituais de magia negra.
A motivação para o linchamento surgiu a partir de boatos disseminados em redes sociais e aplicativos de mensagens, impulsionados por um retrato falado de uma suposta sequestradora, que se assemelhava a Fabiane. O boato rapidamente se espalhou, instigando a população a fazer justiça com as próprias mãos.
O caso Fabiane Maria de Jesus gerou grande comoção nacional e internacional, expondo os perigos da desinformação e da violência coletiva. O evento levantou questões sobre a responsabilidade das redes sociais na propagação de notícias falsas e discursos de ódio, a importância da apuração dos fatos antes da disseminação de informações e a necessidade de promover a cultura de paz e o respeito aos direitos humanos.
O caso também serviu de alerta para a importância de combater a desinformação e promover a educação midiática, a fim de evitar que tragédias semelhantes se repitam.
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